Operações Comerciais
Metatex, App de vendas em campo
Colocamos o ERP no bolso do vendedor. Consulta, crédito e liberação de pedido, tudo no cliente.
- Setor
- Indústria têxtil
- Período
- 2025 a 2026
- Atuação
- Produto, operação e integração


Contexto
A Metatex Tecno Malhas é uma indústria têxtil de médio porte em São Paulo, com produção verticalizada e um time comercial distribuído em campo. O ERP existia e concentrava todos os dados importantes, mas ninguém conseguia usá-lo fora do escritório. Cada visita a cliente dependia de uma ligação para confirmar estoque, cotar preço ou saber se um pedido tinha sido liberado.
O problema
O vendedor perdia autoridade na frente do cliente e a operação perdia velocidade. Ligações para confirmar estoque tomavam minutos ou horas. Sem visibilidade da situação financeira do cliente, pedidos ficavam travados dias esperando liberação do back-office. A diretoria sentia que o time comercial estava sendo usado para fazer trabalho administrativo, não para vender.
O que construímos
Construímos um aplicativo mobile para o time comercial, acessado no celular do vendedor. Em uma tela só, ele consulta o produto por código ou QR, vê estoque ao vivo, analisa a situação de crédito do cliente e libera pedidos quando necessário. A aplicação conversa diretamente com o ERP existente, sem duplicação de cadastro e sem processos paralelos.
Principais capacidades
- Busca de produto por código, nome ou QR code no pacote
- Estoque ao vivo, puxado direto do ERP a cada consulta
- Análise de crédito instantânea, com histórico de posição do cliente
- Liberação financeira de pedido pelo próprio vendedor, em campo
- Aprovação de acesso com níveis diferentes para admin e vendedor
- Interface mobile-first, pensada para uso em pé na frente do cliente
Resultados
- Vendedor deixa de ligar para o escritório para consultas de rotina
- Tempo de resposta ao cliente cai de horas para segundos
- Liberação de pedidos migra do back-office para o campo
- Mais tempo do time comercial onde ele precisa estar: com o cliente
- Diretoria passa a ver o comercial como motor de receita, não como operador